sábado, 25 de fevereiro de 2012

Wood ShellBoltou - O Enígma de Shalkas

Mais um livro diferente esse mês! (Esse mês li três livros diferentes dos romances e da literatura estrangeira que costumo ler) 
O livro é diferente por dois motivos: Primeiro, a Editora Mor é uma editora jovem que tem uma proposta muito legal e o objetivo de publicar livros digitalmente; Segundo, é um livro nacional e muito bem personalizado (a capa, o plano de fundo, a música, entre outros, foram muito bem feitos).

Wood ShellBoltou  - O Enígma de Shalkas

Autor: André C. S. dos Santos

Editora: Mor

Sinopse:

O Enígma de Shalkas, é o primeiro volume da série Wood ShellBoltou. Wood é apenas um garoto curioso, que não tem ideia dos perigos que o cerca, quando resolve descobrir, de um vez por todas, qual o verdadeiro mistério de seu pai, que desapareceu à muito tempo. É guiado por seu avô e um diário, mas a verdade tem suas consequencias.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O livreiro de Cabul

Essa resenha é sobre um livro diferente dos que estou acostumada a ler, mas nada como um desafio de leitura para me fazer buscar um livro novo. O Desafio Desafiante desse mês era ler um livro que tenha um personagem com a inicial do nome igual a do seu nome, fui além e escolhi um personagem com o meu nome: Leila é a irmã do "livreiro de Cabul" e esse livro é um relato jornalístico com ares de ficção.

O livreiro de Cabul

Autora: Åsne Seierstad

Editora: Record

Sinopse:

Por ter vivido três meses com uma família afegã, na primavera de 2002, logo aós a queda do regime talibã, a jornalista norueguesa Asne Seierstade pôde produzir esta narrativa ímpar que mostra aspectos do país que poucos estrangeiros testemunhariam. Como ocidental, mulher e hóspede de Sultan Khan, um livreiro de Cabul, obteve o privilégio de transitar entre o universo feminino e masculino de uma sociedade islâmica fundamentalista. Preso e torturado durante o regime comunista, dos mujahedin e dos talibãs, Sultan Khan teve sua livraria invadida e parte dos livros queimados, mas alimentava o sonho de ver seu acervo de 10 mil volumes sobre história e literatura afegã transformar-se mo núcleo de uma nova Biblioteca Nacional. Apesar da situação estável, a família do livreiro, duas mulheres, cinco filhos e parentes, dividia uma casa de quatro cômodos em uma cidade que se recuperava da guerra e de trágicos refluxos políticos. Os integrantes da família acostumaram-se à presença da autora sob uma burca. Assim, ela pôde observar relatos das rixas do clã; da exploração sexual das jovens viúvas que esperam doações de alimentos das organizações de ajuda internacional; da adúltera sufocada com um travesseiro pelos três irmãos sobe as ordens da mãe; do exílio no Paquistão da primeira esposa de Sultan Khan, após um segundo casamento com ma moça de 16 anos; do filho adolescente do livreiro obrigado a trabalhar 12 horas por dia sem chance de estudar.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A menina que roubava livros

Autor: Markus Zusak

Editora: Intrínseca

Sinopse: 

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Confissões de livros

Vi um tumblr hoje que precisa ser compartilhado; o Bookfessions traz diversas frases feitas por amantes de livros e com certeza você vai se identificar com alguma. Me identifiquei em algumas frases, como:



Boa leitura!